http://economiax.blogspot.pt/2009/02/teoria-elementar-da-procura.html
7.1. Indica as variáveis de que depende o volume da procura, explicitadas por Lipsey na função da procura.
As variáveis de que depende o volume da procura são para :
- o aumento da procura : - aumento do rendimento;
- diminuição do preço de um bem complementar;
- Mudanças de gosto favorável ao bem.
- A diminuição da procura : - Redução do rendimento;
- Aumento do preço de um bem complementar;
- Mudanças de gosto favorável ao bem.
7.2. Explica por que razão o volume da procura varia inversamente com o preço do bem. O volume da procura varia inversamente com o preço do bem porque quando o preço sobe, os consumidores tentam substituir o bem por outros, mais acessiveis que desempenhem a mesma função.
8. Os economistas tendem a observar o salário real médio que representa o poder de compra de uma hora de trabalho, ou os salários monetários divididos pelo índice de preços que representa a evolução do custo de vida.
http://economiax.blogspot.pt/2013/04/salario-nominal-vs-salario-real.html
http://economiax.blogspot.pt/2009/03/fundamentos-da-determinacao-dos.html
8.1. Distingue salário nominal de salário real.
Salário Nominal é a quantidade de moeda que o trabalhador recebe como resultado da sua actividade, o salário Real é a quantidade de bens e serviços que o trabalhador consegue adquirir com o salário nominal que recebe.
8.2. Explicita três factores determinantes do valor dos salários.
Os salários são determinados por três factores a luta de classes, a lei da oferta e da procura e o progresso técnico.
9. O cálculo do PIB pela óptica da despesa será certamente o mais popular no jornalismo e na análise económica.
http://economiax.blogspot.pt/2012/11/componentes-da-despesa.html
9.1. Indica como se calcula o PIB pela óptica da despesa.
PIB p.m. = Despesa Interna = Consumo Privado + Consumo Público + Formação Bruta de Capital Fixo + Variação de existências + Exportações – Importações
9.2. Indica as componentes do investimento Bruto.
Variaçao de Existências e Formação Bruta de Capital.
10. Quando os particulares emprestam o dinheiro aos bancos, através dos depósitos, a operação diz-se passiva, porque nem precisam de pensar se devem receber o dinheiro ou não. Já quando os particulares contraem um empréstimo junto de um banco, este terá de analisar o perfil do devedor... portanto esta é uma operação activa, dependendo o valor do spread de vários factores, designadamente do risco de crédito do cliente, da finalidade do crédito, das características do empréstimo, das garantias dadas pelo cliente e da eventual aquisição de outros produtos e/ou serviços pelo cliente.
http://clientebancario.bportugal.pt/pt-PT/TaxasdeJuro/Perguntasfrequentes/Paginas/default.aspx
10.1. Relaciona a taxa de juro das operações activas com a taxa de juro das operações passivas.
10.2. Os mais necessitados beneficiarão de um spread mais baixo? Justifica.
Não.
11. Constituem recursos dos agentes os fluxos de monetários correspondentes a entradas, que quando empregues representam saídas.
http://economiax.blogspot.pt/2011/10/os-agentes-economicos-e-o-circuito.html
11.1. Identifica os empregos e recursos das Famílias indicados no circuito económico.
Empregos: Impostos e Contribuição à Segurança Social.
Recursos: Vencimentos e subsídios.
11.2. Distingue fluxos monetários de fluxos reais.
Os fluxos reais são às trocas de bens e serviços e os fluxos monetários dizem respeito às trocas de moeda.
12. Somar o valor da produção de todas as empresas do território levaria a um PIB sobreavaliado (demasiado alto), porque como a produção de umas empresas entra como input no processo produtivo de outras, os designados consumos intermédios estariam a ser contabilizados várias vezes. Nisto consiste o problema da múltipla contagem, que poderá ser evitado adoptando um de dois métodos:
- Método dos produtos finais
- Método dos valores acrescentados.
http://economiax.blogspot.pt/2011/11/calculo-do-valor-da-producao-pib.html
http://economiax.blogspot.pt/2012/10/formulario-de-contabilidade-nacional.html
12.1. Distingue os dois métodos de cálculo do PIB.
No Método dos produtos finais o PIB é igual à soma da produção vendida aos consumidores finais. De notar que cada bem só poderá ser vendido para consumo final uma vez.e pelo Método dos valores acrescentados calcula-se o valor acrescentado de cada unidade produtiva subtraindo os Consumos Intermédios ao Valor das Vendas.
12.2. Identifica as ópticas de cálculo do PIB adoptadas em cada método.
A óptica da produção é a adoptada pelo método dos valores acrescentados e a óptica da despesa é a adoptada pelo método dos produtos finais.
13. O sistema central não presta muita atenção aos stocks e fluxos que não são facilmente observáveis em termos monetários (ou sem contrapartida monetária explícita). (...)
Na actividade produtiva, o SEC inclui alguns casos limite, como:
a) Produção de serviços individuais e colectivos pelas administrações públicas;
b) Produção por conta própria de serviços de habitação ocupada pelo proprietário;
c) Produção de bens para consumo final próprio, por exemplo, produtos agrícolas;
d) Construção por conta própria, incluindo a das famílias;
e) A produção de serviços por empregados domésticos remunerados;
f) Piscicultura;
g) Produção ilegal, por exemplo, prostituição e produção de drogas;
h) Produção cujos rendimentos não são declarados na totalidade às autoridades fiscais, por exemplo, produção clandestina de têxteis.
Ficam fora dos limites da actividade produtiva:
a) Os serviços domésticos e pessoais produzidos e consumidos na mesma família, por exemplo, a limpeza, a preparação de refeições ou a assistência a pessoas doentes ou idosas;
b) As actividades voluntárias que não levam à produção de bens, como a vigilância e a limpeza não remuneradas;
c) O crescimento natural de peixes no alto mar.
SEC, Sistema Europeu de Contas Nacionais, 1995.
13.1. A despesa de construção para habitação por parte das famílias corresponde a um fluxo ou a um stock?Justifique.
Corresponde a um investimento que é permanente, por isso não é um fluxo (por não ser regular), mas sim um stock.
13.2. Quando se calcula o PIB, pela óptica da despesa, em que componente se integra a rubrica indicada na questão anterior?
Integra-se na componente do investimento, pois não é um consumo que é feito ao longo do tempo.
14. Os indicadores do comércio externo apresentaram-se no post Recordando a estrutura da Balança de Pagamentos.
http://economiax.blogspot.pt/2013/01/recordando-estrutura-da-balanca-de.html
14.1. Defina Taxa de Cobertura e Peso do Comércio Externo.
Taxa de cobertura é: valor das exportações/valor das importações * 100
Peso do Comércio Externo: Exportações + Importações/PIB * 100
14.2. Relacione a Taxa de Cobertura com o saldo da Balança Comercial.
Se a Taxa de Cobertura for menor que 100, então o saldo da Balança Comercial é negativo.
15. Com taxas de câmbio flexíveis, a ausência de intervenção implica uma balança de pagamentos equilibrada.
http://economiax.blogspot.pt/2013/01/taxa-de-cambio.html
15.1. Explique como a desvalorização da moeda contribui para o equilíbrio da Balança de Pagamentos.
Quando a moeda se desvaloriza, as nossas exportações ficam mais baratas para quem as compra. Em relação ás importações, como a moeda se desvalorizou, o seu valor ficou mais caro. Posto isto, as exportações aumentam, e as importações diminuem, reduzindo o défice da Balança de Pagamentos. Portanto, a desvalorização da moeda contribui para o défice da balança de pagamentos.
15.2. Refira se em que medida a saída do Euro contribuiria para resolver os problemas da economia portuguesa.
Com o défice da Balança Corrente, sai mais moeda da nossa economia, fazendo com que a taxa de juro aumente e fazendo com que os capitais sejam mais elevados. O saldo negativo da Balança Corrente é compensado pelo saldo positivo da Balança de Capitais fazendo com que a Balança de Pagamentos fique equilibrada. Como a nossa economia está centrada no Euro,e a taxa de câmbio está fixa, e com um regime de câmbios fixos, não pode haver desvalorização cambial então é fiscal.A saída do euro não seria uma solução, e o pais ficaria mais pobre. O nosso problema é um problema estrutural por não ter indústria competitiva com outros países e a produtividade de trabalho é baixa comparativamente com outros países.
16. O corte de florestas insubstituíveis, a degradação ambiental, a poluição, as chuvas ácidas ou o aquecimento global, constituem exemplos de externalidades.
http://economiax.blogspot.pt/2012/11/limites-da-contabilidade-nacional-ii.html
16.1. Defina externalidades.
Externalidades (ou efeitos sobre o exterior) ocorrem quando empresas ou indivíduos impõem custos ou benefícios a outros que estão fora do mercado.
16.2. Distinga externalidades positivas de externalidades negativas.
A poluição é um exemplo de uma externalidade negativa e as descobertas científicas, de cujo conhecimento poderá beneficiar a generalidade da população são exemplos de externalidades positivas.
17. Referimos o planeamento indicativo e o planeamento imperativo, no contexto das Economias de Mercado vs. Economias de Direcção Central.
http://economiax.blogspot.pt/2008/09/economias-de-mercado-versus-economias.html
17.1. Distinga planeamento indicativo de planeamento imperativo atendendo à propriedade dos meios de produção.
O planeamento indicativo é quando o Estado apenas sugere, estabelecendo impostos e atribuindo subsídios e o planeamento imperativo é quando a AEC decide o que produzir, como distribuir o rendimento, o que cada um consumirá.
17.2. Na economia portuguesa o planeamento imperativo apenas poderá ser aplicado no sector público. Justifique.
Na economia portuguesa o planeamento imperativo não é estabelecido por cada agente económico, mas sim pela AEC para todos os agentes económicos. Portanto, estes são dependentes dos planos estabelecidos para os restantes agentes económicos. Portanto, nestas economias, o planeamento tem carácter imperativo (a AEC decide o que produzir,como produzir, como distribuir o rendimento e quem o consumirá).
18. Para adoptarem o Euro, os Estados-Membros tiveram de alcançar um nível elevado de convergência económica sustentável, o qual foi avaliado com base no cumprimento dos critérios de convergência nominal.
http://economiax.blogspot.pt/2012/12/2012-10-aniversario-do-euro.html
18.1. Indique os critérios de convergência (nominal).
O rácio do défice público programado ou verificado em relação ao Produto Interno Bruto a preços de mercado, o qual não deve ser superior a 3%.
Uma taxa média de inflação que não exceda em mais de 1,5 pontos percentuais a verificada, no máximo, nos três Estados-Membros com melhores resultados em termos de estabilidade de preços.
As taxas de câmbio, durante pelo menos dois anos, deverão respeitar as margens normais de flutuação previstas no mecanismo de taxas de câmbio do Sistema Monetário Europeu, sem ter procedido a uma desvalorização em relação à moeda de qualquer outro Estado-Membro. Isto é, o Estado-Membro deve ter participado no mecanismo da taxa de câmbio do Sistema Monetário Europeu ininterruptamente durante os dois anos anteriores ao exame da sua situação sem ter conhecido tensões graves. Além disso, durante o mesmo período, não deve ter desvalorizado por sua própria iniciativa a sua moeda.
O rácio da dívida pública em relação ao PIB a preços de mercado, o qual não deve ser superior a 60%.
As taxas de juro a longo prazo não devem exceder mais de 2 pontos percentuais, no máximo, a média dos três Estados-Membros que apresentam os melhores resultados relativamente à estabilidade dos preços.
18.2. Distinga convergência nominal de convergência real
A convergência real é quando o poder de compra dos países com menor desenvolvimento se aproxima mais facilmente da média da União, enquanto que a convergência nominal é quando os Estados-Membros têm de alcançar um nível elevado de convergência económica sustentável, o qual é avaliado com base no cumprimento nos seus critérios, o défice não deve exceder 3% do PIB e a dívida não deve exceder 60% do PIB (Regra de Ouro).
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