sexta-feira, 10 de maio de 2013

Exame 2011

1.
  C
2.
  A
3.
  C
4.
  B
5.
  B
6.
  D
7.
  B
8.
  B
9.
  D
10.
  B
11.
  A
12.
  D
13.
  C
14.
  D
15.
  A
16.
  B
17.
  C
18.
  A

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Exame 2012

Grupo 1

1-b
2-d
3-c
4-c
5-c
6-b
7-b
8-c
9-a
10-d
11-c
12-a
13-d
14-a
15-a
16-c
17-a
18-c


Grupo 2

1.
  Em 2009 a Taxa de variação média anual em percentagem era negativa em relação a 2010, nos agregados do bens e no total, só o agregado dos serviços é positivo.
Os produtos alimentares e bebidas não alcoólicas e os transportes tem um maior peso em 2009,em contraste a taxa de variação as maiores são os transportes e as bebidas alcoólicas e o tabaco, sendo que comunicações e vestuário são as classes de despesa com maior valor negativo.

2.
  A lei enunciada no gráfico é a lei da produtividade marginal.


3.
 



4.






Grupo 3

1.
  Em percentagem do PIB em 2010 as receitas publicas e despesas em Portugal são todas positivas e  a Taxa de variação em 2009 são negativas nas receitas publicas totais, nas receitas corrente e nas receitas de capital, e em 2010 a taxa de variação são positivas.
Desde 2008 até 2010 o saldo orçamental de Portugal e na UE a 27 Estados-membros a taxa  é negativa em  Portugal e na UE, sendo que a taxa negativa em % de Portugal é sempre maior do que na UE nos anos descritos.

2.
   

terça-feira, 23 de abril de 2013

PT-UE


1. Apresente o conceito de Integração Econômica.
O conceito de integração econômica aplica-se normalmente a fenômenos de cooperação e unificação entredois ou mais países, embora genericamente corresponda à ocorrência desse tipo de fenômenos entre espaços econômicos diferentes, eventualmente dentro do mesmo Estado.

2. Refira duas desvantagens de Integração Económica.
As desvantagens da integração económica desigualdades de desenvolvimento, perda de receitas fiscais e perda de politicas nacionais de intervenção.

3. Refira quatro vantagens económicas da integração.
As quatro vantagens são as economias de escala, aumento da competitividade, aumento do poder de negociações internacional e formulação mais coerente da politica económica nacional.

4. Distingue integração formal de integração informal.
Integração formal quando é definida formalmente através do estabelecimento de acordos entre dois ou mais países.
Integração informal é definida quando dois ou mais países estreitam as relações comerciais entre si, sem que tenha sido estabelecido qualquer acordo escrito entre as partes.

5. Distingue as diferentes formas de integração e refere exemplos históricos.
Zona de comercio livre ex:EFTA
União aduaneira ex: CEE até 1992
Mercado comumex: CEE depois de 1992
União economica ex: UE
UEM ex: Países da zona Europreia
União política 


6. Indica dois exemplos de blocos econômicos regionais na (a) América, (b) Ásia e (c) África.
América ex: NAFTA e MERCOSUL
Ásia ex: ASEAN e APEC
África ex: UAM e CEAO


7. Considerando o processo de integração europeu, aponte um aspecto que evidencie a sua ancoragem ao sistema das economias de mercado.
A formação da UE sucedeu-se a segunda guerra mundial e toda as economias europeias foram ajudadas pelo plano marshall, os aspectos evidenciam ainda hoje, porque para os países continuarem com os mercados livres têm que ser livres e democráticos. 
  
8. Justifique o início da integração europeia pelo controlo do carvão, do aço e da energia nuclear.
Para alcançar a paz a Europa tinha de ter o controlo do carvão, do aço e da energia nuclear.

9. Observe que desde cedo – pelo menos 1960 - alguns países manifestaram o desejo de maior aprofundamento das políticas econômicas e sociais comuns, enquanto outros manifestaram a preferência por formas de integração mais limitadas. 
Os países que manifestaram num bloco corrente da UE foram o reino unido e os países da união europeia.

10. Identifique os atuais membros da EFTA.
Os atuais membros da EFTA são a Suíça, Liechtenstein, a Noruega e a Islândia.

11. Identifique os países que aderiram à UE nos alargamentos de:
http://europa.eu/about-eu/countries/index_pt.htm


a) 1973;
Dinamarca, Reino Unido, Irlanda.
b) 1981;
Grécia.
c) 1986;
Portugal, Espanha.
d) 1995;
Áustria, Filândia e Suécia.
e) 2004; e
Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Estónia, Hungria, Letónia, Lituânia, Malta, Polónia e República Checa.
f) 2007.
Bulgária e Roménia.

12. Identifique as quatro liberdades associadas ao Mercado Único.
Livre circulação de pessoas, livre circulação de serviços, livre circulação de mercadorias e de capitais.

13. Situe temporalmente o Plano Werner como percursor da UEM. 
No ano 1970

14. Refira o Euro como um “aperfeiçoamento”/aprofundamento do Mercado Único.
O euro uma moeda única é o melhor pois se não o fosse as pessoas sempre que quisessem passar a fronteira a circulação ia ficar limitada.

15. Refira três vantagens da moeda única.
-Libertar as empresas e os cidadãos das flutuações monetárias
-factor de estabilidade assim promovendo o crescimento e o emprego
-uma moeda 


16. Explicite o conceito de convergência nominal.
É a aproximação em termo dos principais indicadores económicos e financeiros dos diversos países a saber : taxas de inflação , taxas de juro , défice orçamental , dívida pública,(taxas de cambio)

17. Explicite os critérios de convergência nominal estabelecidos para a adesão ao Euro.
http://economiax.blogspot.pt/2012/12/2012-10-aniversario-do-euro.html
-Taxas de inflação, não exceda em mais de 1,5 pontos percentuais, a verificada no máximo
nos três estados-membros com melhores resultados;
-taxas de juro a longo prazo,não devem exceder mais de 2 pontos percentuais, no máximo a média dos tres estados-membros com melhores resultados;


- a dívida não deve exceder os 60 %
-défice orçamental,não deve exceder os 3 %

18. Indique três funções do Banco Central Europeu.
-assegurar  a estabilidade monetária( taxa de inflação próxima dos 2%;
-determinação da taxa de juro de referencia;
-o BCE tem exclusividade sobre a emissão da moeda;


19. Indique as funções dos seguintes órgãos da União Europeia.
a) Conselho Europeu;Define as principais linhas de orientação politica da União quer a nível macroeconómica quer a nível da sua politica externa e de segurança comum.

b) Comissão Europeia;Assegura o cumprimento dos tratados; apresenta propostas das medidas a tomar;elabora o orçamento comunitário; gere os fundos comunitários.

c) Parlamento Europeu;Dá pareceres á Comissão e ao Concelho sobre as directivas e regulamentos comunitários; Aprova o Orçamento Comunitário e Decide conjuntamente com o Concelho em certas matéria.   

d) Tribunal de Justiça; Controla a legalidade dos actos e Garante o cumprimento dos tratados.  

e) Tribunal de Contas Fiscaliza a execução do orçamento comunitário

f) BCE; Define e coordena a politicá monetária da União 

g) BEI. Financia o desenvolvimento comunidade e os programa de auxilio ao terceiro Mundo.

20. No processo comunitário de tomada de decisões, indica os órgãos que: a) poderão ser consultados; b) elaboram as propostas; c) promulgam as propostas.

a)poderão ser todos consultados ;

b)a Comissão Europeia;

c)o Conselho Europeu.

21. Distingue os regulamentos das directivas quanto ao momento de entrada em vigor da ordem normativa interna dos Estados-Membros.

22. Os pareceres e as recomendações da Comissão e do Conselho não têm carácter vinculativo. 
Explica o que isto significa.

23. Os sucessivos alargamentos têm implicado revisões ao Tratado de Roma para agilizar o processo de tomada de decisões. 
Indica três alterações decorrentes do Tratado de Nice. 

24. Indica a política comunitária e seus objectivos associados aos seguintes fundos estruturais:
a) FSE;
b) FEOGA;
c) FEDER;
d) IFOP.

25. Identifique os principais países beneficiados pelos fundos de coesão antes e depois de 2004.

26. Princípio da subsidiariedade: a União só deve actuar quando a sua acção seja mais eficaz do que uma acção desenvolvida a nível nacional, regional ou local, excepto quando se trate de domínios da sua competência exclusiva. Este princípio está intimamente relacionado com o princípio da proporcionalidade, que supõe que a acção da União não deve exceder aquilo que seja necessário para alcançar os objectivos dos Tratados.
http://europa.eu/legislation_summaries/glossary/subsidiarity_pt.htm
Relacione os princípios acima referidos com o respeito pela soberania dos Estados-Membros.

27. Indique as cinco fontes de receita comunitárias. 

28. O grande desafio está em conseguir alcançar a convergência real dos países mais desfavorecidos sem prejudicar o desenvolvimento e o bem-estar dos mais ricos.
Relacione este desafio com a manutenção da paz na Europa.

29. O alargamento da União, o aprofundamento das políticas comuns, o novo contexto político posterior à queda do muro de Berlim e os novos problemas ambientais, colocam novos às principais políticas europeias. 
Refira os novos desafios da:
a) PAC;
b) PCP;
c) Política Regional;
d) PEFP:
e) PESC. 

30. A cidadania europeia foi institucionalizada pelo Tratado de Maastricht. 
Indica os direitos decorrentes desta cidadania.

31. O período de crescimento económico que Portugal viveu com a adesão à CEE foi interrompido após a adesão ao Euro, verificando-se desde então a divergência real de Portugal relativamente à UE. Na lógica popular o Euro é por essa razão frequentemente apontado como causa da crise na economia portuguesa, esquecendo os nossos problemas estruturais.
Refere três problemas estruturais da economia portuguesa. 

32. Qualquer país que apresente a sua candidatura para aderir à União Europeia (UE) deve respeitar os critérios de Copenhaga.
http://europa.eu/legislation_summaries/glossary/accession_criteria_copenhague_pt.htm
Explicite-os.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

A União Europeia em diapositivos e estatísticas

Comenta 5 slides da Apresentação e 10 sheets do Anuário.


Slides

Slide 10
- Entre 1952 e 2007 houve um alargamento da UE, principalmente em 2004 com a entrada de 10 países. Em 1952, 6 países pertenciam à UE e em 2007 27 países pertenciam à UE.


Slide 9
-O slide 9 representa as varias línguas oficiais existentes na união europeia.

Slide 13
-Representa os diversos tratados executados pela união.

Slide 6
- União Europeia dos 27 países, 500 mil habitantes existentes na UE-27.

Slide 8
-O slide 8 demonstra os datas importantes da UE, mostra-nos a bandeira da UE e o lema da UE.

Sheets


1. Justifique a União Europeia como membro da tríade mundial, comparando-a com os restantes membros, utilizando o PIB (Figura 1). 
A união europeia é o membro tríade mundial, pois foi o único entre os 4 que teve o PIB maior. Pois divididos não seriam capazes de obter um resultado tão significante, mas juntos obtêm.


2. Comente a convergência/divergência real da economia portuguesa, utilizando a Tabela 1/Figura 
Abaixo dos 100 entre os 70-80 , pps por habitante.
Em relação ao Euro portugal fica bastante abaixo dos resultados.

3. Comenta o dinamismo económica dos membros da tríade (Figura 3) e a posição de Portugal no contexto europeu (Tabela 2).
O comportamento da economias dos membros da tríade é igual menos no ano 2011 em qual o Japão tem um valor negativo. E nos outros anos a tríade tem valores positivos com excepção do ano 2009 em qual todos membros tiveram valores negativos.
E Portugal tem uma taxa de variação muito baixa de 0,3%.

4. Justifica uma debilidade da economia portuguesa, partindo da Tabela 3. 
A economia portuguesa apresenta umproblema porque não lidera em nenhuma das atividades representadas.
5. Observa os sectores de actividade que maior importância adquiriram na UE (Figuras 4a e 4b).
Os sectores de actividade que adquiriram maior importância na UE são informação e comunicaçãoe atividades financeiras.
6. Relaciona os valores observados na alínea anterior com a produtividade do trabalho (Figura 5 e Tabela 4).
A maior produtividade do trabalho observou-se nas atividades imobiliarias e atividades financeiras com valores 106.2 e 523.4 em Milhares de euros por pessoas empregadas.
No contexto europeu Portugal tem produtividade muito a baixo da EU-27 e Zona Euro com valores 77, 100 e 109 por pessoa empregada.
7. Comenta a evolução das componentes da despesa no PIB da UE (Figuras 6, 7 e 8).

8. Relaciona o crescimento das economias com o investimento (Tabela 5 e Figura 9).

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Revisão de conceitos, Exame de 2012, Época Especial - I

7. O volume da procura varia em função do preço do respectivo bem, do rendimento familiar, dos preços dos outros bens e dos gostos dos consumidores.
http://economiax.blogspot.pt/2009/02/teoria-elementar-da-procura.html
7.1. Indica as variáveis de que depende o volume da procura, explicitadas por Lipsey na função da procura. 
As variáveis de que depende o volume da procura são para :

- o aumento da procura : - aumento do rendimento;
                                        - diminuição do preço de um bem complementar;
                                        - Mudanças de gosto favorável ao bem.

- A diminuição da procura :  - Redução do rendimento;
                                           - Aumento do preço de um bem complementar;
                                           - Mudanças de gosto favorável ao bem.
7.2. Explica por que razão o volume da procura varia inversamente com o preço do bem. 
 O volume da procura varia inversamente com o preço do bem porque quando o preço sobe, os consumidores tentam substituir o bem por outros, mais acessiveis que desempenhem a mesma função.

8. Os economistas tendem a observar o salário real médio que representa o poder de compra de uma hora de trabalho, ou os salários monetários divididos pelo índice de preços que representa a evolução do custo de vida. 
http://economiax.blogspot.pt/2013/04/salario-nominal-vs-salario-real.html
http://economiax.blogspot.pt/2009/03/fundamentos-da-determinacao-dos.html
8.1. Distingue salário nominal de salário real.
Salário Nominal é a quantidade de moeda que o trabalhador recebe como resultado da sua actividade, o salário Real é a quantidade de bens e serviços que o trabalhador consegue adquirir com o salário nominal que recebe.
8.2. Explicita três factores determinantes do valor dos salários. 
Os salários são determinados por três factores a luta de classes, a lei da oferta e da procura e o progresso técnico.

9. O cálculo do PIB pela óptica da despesa será certamente o mais popular no jornalismo e na análise económica.
http://economiax.blogspot.pt/2012/11/componentes-da-despesa.html
9.1. Indica como se calcula o PIB pela óptica da despesa.
PIB p.m. = Despesa Interna = Consumo Privado + Consumo Público + Formação Bruta de Capital Fixo + Variação de existências + Exportações – Importações
9.2. Indica as componentes do investimento Bruto. 
Variaçao de Existências e Formação Bruta de Capital.

10. Quando os particulares emprestam o dinheiro aos bancos, através dos depósitos, a operação diz-se passiva, porque nem precisam de pensar se devem receber o dinheiro ou não. Já quando os particulares contraem um empréstimo junto de um banco, este terá de analisar o perfil do devedor... portanto esta é uma operação activa, dependendo o valor do spread de vários factores, designadamente do risco de crédito do cliente, da finalidade do crédito, das características do empréstimo, das garantias dadas pelo cliente e da eventual aquisição de outros produtos e/ou serviços pelo cliente.
http://clientebancario.bportugal.pt/pt-PT/TaxasdeJuro/Perguntasfrequentes/Paginas/default.aspx
10.1. Relaciona a taxa de juro das operações activas com a taxa de juro das operações passivas.


10.2. Os mais necessitados beneficiarão de um spread mais baixo? Justifica

Não.

11. Constituem recursos dos agentes os fluxos de monetários correspondentes a entradas, que quando empregues representam saídas.
http://economiax.blogspot.pt/2011/10/os-agentes-economicos-e-o-circuito.html

11.1. Identifica os empregos e recursos das Famílias indicados no circuito económico.
Empregos: Impostos e Contribuição à Segurança Social.
Recursos: Vencimentos e subsídios.


11.2. Distingue fluxos monetários de fluxos reais. 
Os fluxos reais são às trocas de bens e serviços e os fluxos monetários dizem respeito às trocas de moeda.

12. Somar o valor da produção de todas as empresas do território levaria a um PIB sobreavaliado (demasiado alto), porque como a produção de umas empresas entra como input no processo produtivo de outras, os designados consumos intermédios estariam a ser contabilizados várias vezes. Nisto consiste o problema da múltipla contagem, que poderá ser evitado adoptando um de dois métodos:
- Método dos produtos finais
- Método dos valores acrescentados.
http://economiax.blogspot.pt/2011/11/calculo-do-valor-da-producao-pib.html
http://economiax.blogspot.pt/2012/10/formulario-de-contabilidade-nacional.html

12.1. Distingue os dois métodos de cálculo do PIB.
No Método dos produtos finais o PIB é igual à soma da produção vendida aos consumidores finais. De notar que cada bem só poderá ser vendido para consumo final uma vez.e pelo Método dos valores acrescentados calcula-se o valor acrescentado de cada unidade produtiva subtraindo os Consumos Intermédios ao Valor das Vendas.

12.2. Identifica as ópticas de cálculo do PIB adoptadas em cada método.
A óptica da produção é a adoptada pelo método dos valores acrescentados e a óptica da despesa é a adoptada pelo método dos produtos finais.

13. O sistema central não presta muita atenção aos stocks e fluxos que não são facilmente observáveis em termos monetários (ou sem contrapartida monetária explícita). (...)
Na actividade produtiva, o SEC inclui alguns casos limite, como:
a) Produção de serviços individuais e colectivos pelas administrações públicas;
b) Produção por conta própria de serviços de habitação ocupada pelo proprietário;
c) Produção de bens para consumo final próprio, por exemplo, produtos agrícolas;
d) Construção por conta própria, incluindo a das famílias;
e) A produção de serviços por empregados domésticos remunerados;
f) Piscicultura;
g) Produção ilegal, por exemplo, prostituição e produção de drogas;
h) Produção cujos rendimentos não são declarados na totalidade às autoridades fiscais, por exemplo, produção clandestina de têxteis.
Ficam fora dos limites da actividade produtiva:
a) Os serviços domésticos e pessoais produzidos e consumidos na mesma família, por exemplo, a limpeza, a preparação de refeições ou a assistência a pessoas doentes ou idosas;
b) As actividades voluntárias que não levam à produção de bens, como a vigilância e a limpeza não remuneradas;
c) O crescimento natural de peixes no alto mar.
SEC, Sistema Europeu de Contas Nacionais, 1995.
 
13.1. A despesa de construção para habitação por parte das famílias corresponde a um fluxo ou a um stock?Justifique.
Corresponde a um investimento que é permanente, por isso não é um fluxo (por não ser regular), mas sim um stock.

13.2. Quando se calcula o PIB, pela óptica da despesa, em que componente se integra a rubrica indicada na questão anterior? 
Integra-se na componente do investimento, pois não é um consumo que é feito ao longo do tempo.

14. Os indicadores do comércio externo apresentaram-se no post Recordando a estrutura da Balança de Pagamentos.
http://economiax.blogspot.pt/2013/01/recordando-estrutura-da-balanca-de.html

14.1. Defina Taxa de Cobertura e Peso do Comércio Externo.
Taxa de cobertura é: valor das exportações/valor das importações * 100
Peso do Comércio Externo: Exportações + Importações/PIB * 100


14.2. Relacione a Taxa de Cobertura com o saldo da Balança Comercial. 
Se a Taxa de Cobertura for menor que 100, então o saldo da Balança Comercial é negativo.

15. Com taxas de câmbio flexíveis, a ausência de intervenção implica uma balança de pagamentos equilibrada.
http://economiax.blogspot.pt/2013/01/taxa-de-cambio.html

15.1. Explique como a desvalorização da moeda contribui para o equilíbrio da Balança de Pagamentos.
Quando a moeda se desvaloriza, as nossas exportações ficam mais baratas para quem as compra. Em relação ás importações, como a moeda se desvalorizou, o seu valor ficou mais caro. Posto isto, as exportações aumentam, e as importações diminuem, reduzindo o défice da Balança de Pagamentos. Portanto, a desvalorização da moeda contribui para o défice da balança de pagamentos.

15.2. Refira se em que medida a saída do Euro contribuiria para resolver os problemas da economia portuguesa. 
Com o défice da Balança Corrente, sai mais moeda da nossa economia, fazendo com que a taxa de juro aumente e fazendo com que os capitais sejam mais elevados. O saldo negativo da Balança Corrente é compensado pelo saldo positivo da Balança de Capitais fazendo com que a Balança de Pagamentos fique equilibrada. Como a nossa economia está centrada no Euro,e a taxa de câmbio está fixa, e com um regime de câmbios fixos, não pode haver desvalorização cambial então é fiscal.A saída do euro não seria uma solução, e o pais ficaria mais pobre. O nosso problema é um problema estrutural por não ter indústria competitiva com outros países e a produtividade de trabalho é baixa comparativamente com outros países. 

16. O corte de florestas insubstituíveis, a degradação ambiental, a poluição, as chuvas ácidas ou o aquecimento global, constituem exemplos de externalidades.
http://economiax.blogspot.pt/2012/11/limites-da-contabilidade-nacional-ii.html

16.1. Defina externalidades.
Externalidades (ou efeitos sobre o exterior) ocorrem quando empresas ou indivíduos impõem custos ou benefícios a outros que estão fora do mercado.

16.2. Distinga externalidades positivas de externalidades negativas. 
A poluição é um exemplo de uma externalidade negativa e as descobertas científicas, de cujo conhecimento poderá beneficiar a generalidade da população são exemplos de externalidades positivas

17. Referimos o planeamento indicativo e o planeamento imperativo, no contexto das Economias de Mercado vs. Economias de Direcção Central.
http://economiax.blogspot.pt/2008/09/economias-de-mercado-versus-economias.html

17.1. Distinga planeamento indicativo de planeamento imperativo atendendo à propriedade dos meios de produção.
O planeamento indicativo é quando o Estado apenas sugere, estabelecendo impostos e atribuindo subsídios e o planeamento imperativo é quando a AEC decide o que produzir, como distribuir o rendimento, o que cada um consumirá. 

17.2. Na economia portuguesa o planeamento imperativo apenas poderá ser aplicado no sector público. Justifique
Na economia portuguesa o planeamento imperativo não é estabelecido por cada agente económico, mas sim pela AEC para todos os agentes económicos. Portanto, estes são dependentes dos planos estabelecidos para os restantes agentes económicos. Portanto, nestas economias, o planeamento tem carácter imperativo (a AEC decide o que produzir,como produzir, como distribuir o rendimento e quem o consumirá).

18. Para adoptarem o Euro, os Estados-Membros tiveram de alcançar um nível elevado de convergência económica sustentável, o qual foi avaliado com base no cumprimento dos critérios de convergência nominal. 
http://economiax.blogspot.pt/2012/12/2012-10-aniversario-do-euro.html

18.1. Indique os critérios de convergência (nominal).
O rácio do défice público programado ou verificado em relação ao Produto Interno Bruto a preços de mercado, o qual não deve ser superior a 3%.
Uma taxa média de inflação que não exceda em mais de 1,5 pontos percentuais a verificada, no máximo, nos três Estados-Membros com melhores resultados em termos de estabilidade de preços.
As taxas de câmbio, durante pelo menos dois anos, deverão respeitar as margens normais de flutuação previstas no mecanismo de taxas de câmbio do Sistema Monetário Europeu, sem ter procedido a uma desvalorização em relação à moeda de qualquer outro Estado-Membro. Isto é, o Estado-Membro deve ter participado no mecanismo da taxa de câmbio do Sistema Monetário Europeu ininterruptamente durante os dois anos anteriores ao exame da sua situação sem ter conhecido tensões graves. Além disso, durante o mesmo período, não deve ter desvalorizado por sua própria iniciativa a sua moeda.
O rácio da dívida pública em relação ao PIB a preços de mercado, o qual não deve ser superior a 60%.
As taxas de juro a longo prazo não devem exceder mais de 2 pontos percentuais, no máximo, a média dos três Estados-Membros que apresentam os melhores resultados relativamente à estabilidade dos preços.


18.2. Distinga convergência nominal de convergência real 
A convergência real é quando o poder de compra dos países com menor desenvolvimento se aproxima mais facilmente da média da União, enquanto que a convergência nominal é quando os Estados-Membros têm de alcançar um nível elevado de convergência económica sustentável, o qual é avaliado com base no cumprimento nos seus critérios, o défice não deve exceder 3% do PIB e a dívida não deve exceder 60% do PIB (Regra de Ouro).