quarta-feira, 13 de março de 2013

Orçamento do estado -conçeitos fundamentais parte ll

11. Explicita a “Regra de Ouro” das Finanças Públicas.

A regra de ouro diz que não devem ser pagas despesas correntes com receitas de capital.Mas tem que seguir novas leis:O saldo estrutural anual não deve exceder de médio definido no PEC em mais de 0.5% do PIB.O limite das dividas publicas do país é estabelecida em 60%(PEC) ficando o Estado obrigado a reduzi-lo quando acima desse valor, a uma taxa média de um vigésimo por ano como padrão de referencia

12. Refere o efeito sobre o défice orçamental de: a) Uma medida temporária ou não recorrente; b) Um efeito especial.a)O recurso a medida temporária ou não recorrente permitem melhorar o défice com menos custos políticos imediatos, tendem a ser mais prevalecentes em países com défices elevados  e  com enquadramentos orçamentais mais débeis e menos transparentes.
b)O efeito especial é desfavorável quando o  nível  da taxa de juro (nominal) implícita da dívida pública exceder a taxa de crescimento (nominal) do PIB.Pelo contrário, quando o crescimento da economia supera a taxa de juro da dívida verifica-se um efeito dinâmico favorável.

13. Justifica a criação do conceito de Saldo Estrutural pela União Europeia.Estabelece uma regra interessa que esse limite seja conseguido com as receitas normal é necessário estabelecer um saldo que esteja ligado a economia e não está dependente a mudanças de politica de curto prazo. 
14. Perez Metelo refere que a nova LEO “vai condicionar o futuro de todos nós nos próximos 20 anos (...) PS/PSD/CDS acordaram como actuar ao nível da despesa, e sobretudo ao nível de redução da Dívida” (vídeo). Comenta a regra que destacou no seu comentário.

15. Identifica, por ordem decrescente, os quatro anos em que a Dívida Pública mais cresceu.A Dívida Pública cresceu mais, por ordem decrescente, nos anos: 2011, 2009, 2012 e 2010.
16. Justifica o crescimento da dívida em 2011, tendo em consideração que o MEMORANDO DE ENTENDIMENTO SOBRE AS CONDICIONALIDADES DE POLÍTICA ECONÓMICA (Troyka) foi assinado em Maio de 2011.Portugal em 2011 fez muitos empréstimos, o que provocou o aumento da dívida,dívida essa que Portugal vai ser obrigado a pagar.
17. Explicita a relação que se deverá observar entre a taxa de juro implícita na dívida e a taxa de crescimento do PIB para que se reduza o rácio Dívida/PIB.Para que a dívida seja reduzida é preciso obter uma taxa de crescimento do PIB maior, mas se a taxa de juros for maior a divida aumenta.
18. Observa o gráfico interactivo Taking Europe's pulse (The Economist).Comenta a situação portuguesa no contexto da União Europeia, relacionando a (1) Divida Pública (Public debt) e o (2) Défice Orçamental (Efectivo ou Primário) em percentagem do PIB (Budget balance ou Primary balance) com as (A) Taxas de Desemprego (Economy/Unemployment) e as (B) previsões para o crescimento das economias (Growth/2013 GDP forecast).
A dívida pública de Portugal ultrapassou os 100%. Com valores próximos de Portugal está Irlanda, Grécia e Itália. Numa melhor situação encontram-se os países do Norte e Centro da Europa.Portugal é o terceiro país da EU com maior Taxa de desemprego, com um valor próximo dos 16%. Com Taxas de desemprego mais elevadas encontram-se, a Grécia e a Espanha com valores próximos de 26%. A Áustria  Luxemburgo e Alemanha estão próximos dos 5%, obtendo valores mínimos da taxa de desemprego.Para 2013 prevê-se um aumento menos acentuado da dívida, variando entre 0,1 e 1,9.

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